domingo, 24 de julho de 2011

DESPERDÍCIO

Hoje acordei e como sempre dei uma passada pelo Facebook. Adoooooro o Face. Fiquei espantada com a quantidade de pessoas que se lamentavam pela morte, que como dizem os tabloides, mais que anunciada.
Não sou insensível a morte de Amy Winehouse, mas meu espanto foi por uma considerável galera que se mostrou tão informada, mas nada comentou sobre a tragédia na Noruega. Será que a morte de uma pessoa que escolhe desperdiçar sua vida com drogas e álcool é mais pesarosa que a morte de 92 inocentes?
Tudo bem que ela tinha um grande talento, uma voz bem agradável e letras profundas. E creio que podemos nos penalizar por  sua morte e pela tragédia na Noruega. Alias, podemos  e devemos nos penalizar por ambas situações, mas me choca declarações como eu li no Face de uma amiga, onde um amigo dela dizia que deixara de ler jornal por causa da tragédias que se repetiam pelo mundo afora e que o tornaram insensível devido a banalização desse tipo de notícia. No entanto, esse rapaz declarou que seu pesar pela morte de Amy era muito grande ao imaginar que nunca mais ela faria um show.
Eu sinto muito pelas mães desses 92 inocentes que nunca mais terão seus sorrisos, seus abraços, seus beijos e suas conquistas... Sinto pela morte de Amy e pela dor que seus familiares devem estar sentindo, por perderem a esperança de ve-la recuperada. Na verdade Amy nunca soube o que era a vida.
VIVEU MORTA E MORTA ESTÁ PARA SEMPRE!!!!

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Loira, a frase que me chamou atenção foi "No entanto, esse rapaz declarou que seu pesar pela morte de Amy era muito grande ao imaginar que nunca mais ela faria um show."

    Esse é o tipo de comentário de quem lamenta por si mesmo e não pela Amy (ou Mamonas ou Cazuza ou whatever). Não há compaixão pelos mortos na Noruega porque não há compaixão pela artista que morreu. É puro egoísmo.

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